MEMORIAL GAMENSE

"Preservando a historia do futebol gamense"

Casal gamense curte São João na orla de João Pessoa.

 

Publicado no site g1.com no dia 22/06/2014 02h53 - Atualizado em 22/06/2014 08h22

Após disputa judicial, São João na orla de João Pessoa tem início

Maioria do público considerou positiva mudança da festa para a orla.

 Após a disputa judicial travada entre Ministério Público da Paraíba e Prefeitura de João Pessoa, o “São João Pra Valer” foi aberto na noite de sábado (21/06/2014) no palco montado na orla da capital paraibana, no Busto de Tamandaré, entre as praias de Cabo Branco e Tambaú. Pinto do Acordeon tratou de aquecer o público com muito forró pé de serra e Elba Ramalho aproveitou a animação do conterrâneo e continuou a animar os presentes.

A realização do evento só foi possível após o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) negar na sexta-feira (20) um recurso do Ministério Público que pedia a suspensão da festa por ser realizada na orla de João Pessoa. Segundo o MP, a realização no local causaria  degradação ao meio ambiente e transtornos na mobilidade urbana, além de desobedecer um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pela Prefeitura em 2005 que impedia a realização de festas públicas na praia.

A festa seria realizada inicialmente no Ponto de Cem Réis, no Centro, mas foi mudada para a orla depois que o Corpo de Bombeiros apresentou um laudo restringindo o público máximo no local a 10,8 mil pessoas. O Ministério Público, no entanto, discordou da decisão e recorreu à Justiça pedindo o cancelamento dos shows. A Justiça, no entanto, entendeu que o termo se referia à não realização da festa apenas no Parque Solon de Lucena. Com a transferência para a praia, a festa acabou tendo sua duração reduzida de nove para quatro dias, terminando na terça-feira (24).

Pelo menos para a maioria das pessoas que compareceram à noite de abertura do “São João Pra Valer”, a decisão de trazer a festa para a orla de João Pessoa foi acertada. O professor Elton Pinheiro, de 28 anos, elogiou a alternativa de fazer o evento na orla por questões de segurança. “No Ponto de Cem Réis o espaço é bem menor, as pessoas não conseguiam dançar. Na praia é mais amplo dá pra aproveitar melhor”, comentou.

A opinião do professor também foi partilhada pelo segurança de 49 anos, Edvaldo Soares, que dançava forró com a esposa sem se importar com a areia fofa da praia do Cabo Branco. Ele ressaltou que o espaço maior entre as pessoas facilita o policiamento. “Com mais espaço, a polícia tem como passar mais fácil entre o público, além do posto, que fica mais alto em relação à areia da praia onde as pessoas dançam”, avaliou. A festa na praia também atraiu turistas que se alojam nos hotéis da orla da capital paraibana.

 Casal gamense na festa paraibana

O casal de Brasília, Maristela Carvalho e John Silva, hospedado em João Pessoa há três dias para os jogos Copa do Mundo nas capitais vizinhas aprovou o forró à beira-mar. Maristela garantiu que a festa junina no Nordeste tem um toque diferente das feitas nas outras regiões do Brasil. “As quadrilhas daqui, a animação, o clima é diferente”, completou. O casal pretende ir a Campina Grande e conhecer tão falado “Maior São João do Mundo”.

As quadrilhas juninas de que Maristela Carvalho falava eram a Aconchego e a Xote e Baião, responsáveis por iniciar as apresentações da noite. Os grupos usaram o tablado de madeira montado pela Prefeitura de João Pessoa, que foi logo tomado pelos forrozeiros que não queriam arriscar os passos na areia aos primeiros toques do acordeon de Pinto. O músico paraibano subiu ao palco por volta das 22h ao som de um repertório recheado de clássicos juninos.

o casal Marista Carvalho e Jhon Silva vestiu a camisa do Gama e caiu na folia.

Foto: André Resende/G1.

 

Cerca de duas horas depois Elba Ramalho tomou conta da festa. Com muito xaxado e forró colocou o público para dançar. A cantora também tratou de homenagear o responsável por aquecer o público, convidando Pinto do Acordeon para subir ao palco e cantar a música “Neném Mulher”, de autoria dele.

Os festejos juninos na orla de João Pessoa continuam neste domingo (22), com a apresentação das quadrilha juninas Explode Coração e Pó de Serra, com a banda Forró Pegado e com o cantor e violonista Jurandy da Feira.

Data máxima vênia, Macapá tem torcedor gamense.

Em um encontro entre  juristas na cidade de Macapá, capital do Estado do Amapá, alguns participantes se reuniram à noite para assistir a um jogo do Brasileirão de 2013, e, é claro, sempre aquela questão preliminar vem à tona: para que time você torce?

Como resposta, geralmente, vem aquela do lugar comum: algum time dos grandes centros.

Mas, para nossa surpresa, um participante disse de primeira e em bom tom: torço para o Gama de Brasília, isso mesmo, nosso querido Gamão. Inquirido o porquê de sua preferência, ele foi contundente: sou de Brasília e torço para o time de minha cidade.

O gamense convicto é Rommel Araújo de Oliveira, Juiz de Direito, que ocupa desde o dia 27 de setembro de 2012 a Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Estado de Amapá e prestes a se tornar Desembargador.

                                  

                 antes do jantar, Dr. Rommel fez questão de vestir a camisa do Gamão

Dr. Rommel morava na Asa Norte e era servidor da Justiça Federal quando passou pela seleção para magistrado naquele estado do norte do país, em 1991, mas até hoje mantém vínculos com Brasília.

 

Curiosidades sobre a cidade de Macapá

A cidade de Macapá é banhada pelo Rio Amazonas e tem uma orla muito bonita e, como Brasília, os pedestres são respeitados ao passarem pela faixa, ao acenarem pedindo preferência.

Outra característica da cidade, e que o Dr. Rommel sabe usufruir muito bem, é a culinária baseada em variados tipos de peixes e que os moradores sabem fazer de forma muito saborosa. 

Ex-jogador da base do Gama na Suécia

Filho de Conselheiro do Gama, Hugo Almeida tranca faculdade para lutar pelo sonho de ser jogador profissional. Mas a camisa alviverde está sempre ao seu lado.

                            

                                         Hugo posa em frente ao Castelo Örebro Slott na Escandinávia

O que você faria para realizar um sonho? Esta talvez tenha sido a pergunta que levou o jovem Hugo Almeida a se aventurar pela Europa em busca do sonho de se tornar jogador profissional. Candango natural da cidade do Gama, Hugo possui família na cidade e herdou do pai a paixão pelo futebol. O pai dele é Márcio Almeida, historiador do futebol do DF e atualmente conselheiro do Gama.

 

Hugo começou seus primeiros pasos com bola na escolinha do Legião onde disputou o candango infantil pelo Leão. Depois jogou pelos Juvenis do Gama onde em seguida se dedicou aos estudos obtendo vaga no curso de Educação Física da UnB. Tudo ia de acordo com o plano até que um olheiro viu um vídeo do jogador no Youtube e fez o primeiro contato para fazer testes em um clube da Suécia.

                               

                                              atuando pelo juvenil da Sociedade Esportiva do Gama

Passada a desconfiança, Hugo teve que jogar muita conversa em seu pai para permitir que ele o liberasse para o exterior. Assim lá se foi Hugo rumo à Örebro, cidade que fica a 200 Km da capital Estocolmo. Chegando lá Hugo teve que se adaptar ao estilo de jogo dos suecos: "O futebol em questão de habilidade perde feio para o Brasil. Mas em questao de forca e preparo fisico eles são melhores. É um futebol muito pegado, os 90 minutos os caras estão correndo" disse Huguinho como é conhecido pelos amigos do Gama.

 

Além de ter que se desdobrar dentro de campo, Hugo teve que se adaptar às dificuldades de todo imigrante como alimentação, língua e a distância da família: "Tirando os brasileiros, tenho amigos bósnios, sirianos, árabes, paquistaneses...é um país que abriga refugiados de guerra. complicado é a saudade, e a maneira como as pessoas sao, frias...é um pouco chato por isso" disse o atleta que ainda pena para se comunicar com os colegas: "Quando a pessoa nao sabe falar inglês fica quase impossivel se comunicar, muito dificil, é uma mistura de inglês com alemão. Eu só sei falar o basico, boa noite, obrigado, por favor, cumprimentar...o resto é complicado".

 

Depois de passar por esta experiência onde a temperatura normal é zero graus, Hugo sonha com a volta ao Brasil e com a possibilidade de atuar no futebol paulista: "Quero realizar meu desejo de ir pra São Paulo, lá sim o futebol é fera, se nao pintar outro lugar aqui volto ao Brasil e final do ano decido o que fazer".

Matéria de Marcelo Gonçalo/Blogama.

Revelação do Vasco da Gama aproveita a folga para visitar a família e amigos no Gama.

Jhon Cley foi um dos destaques na Copinha jogando pelo o Vascão

 Jhon Cley Jesus Silva, nasceu no Gama, tem 18 anos, 1,83m e filho do China, um ex-jogador da categoria de base do Gama. O primeiro contato com a bola foi justamente com as lições que seu pai lhe passava aos 3 anos de idade, no campinho de terra da Quadra 50.

 

Ao invés de cone o menino tinha que fazer zigue-zague entre as pedras e logo atrás do campinho havia uma chácara que frequentemente a bola caia lá e Jhon Cley tinha que ir buscá-la, mas mesmo assim o pai incentivava "pode chutar sem medo que a gente vai pegar depois".

 

Depois, Jhon Cley passou pelas escolinhas do Jaime dos Santos, Vila Nova, PVM, São Paulo (treinado por Glauber Ramos) e Suriel. Sua primeira oportunidade fora de Brasília foi na equipe Olé Brasil de Ribeirtão Preto/SP, quando participou do Campeonato Paulista Juvenil de 2009.

 

O técnico Benjamim Ferreira o apresentou aos dirigentes do Vasco da Gama, onde é integrante da categoria juniores do Vasco da Gama e tem contrato até 2014. Em sua jornada cruzmaltinha Jhon Cley marcou um dos gols na vitória de 2 a 1 sobre o Remo pela Taça São Paulo deste ano e foi chamado 4 vezes para compor a equipe profissional no Campeonato Carioca.

                                               

                                                confira no vídeo se valeu a pena Jhon Cley treinar

tanto no campinho de terra e buscar bola na chácara

O meio-campista mora com os colegas no alojamento do clube e lá frequenta a Escola do Vasco. Em sua visita à cidade natal  contou à equipe do Blogama que "desde os 3 anos venho tentando ter uma oportunidade de jogar em um time grande" e assim como os outros meninos que saíram do Gama "torço para que os outros também se destaquem e elevem o nome da cidade".

 

Quando perguntado o que aprendeu com os primeiros professores de futebol aqui no Gama, ele disse que "agradeço a Deus por tudo o que aconteceu na minha vida e amadureci como homem e como atleta com as lições que aprendi com todos os treinadores, inclusive meu pai".

 

China, pai de Jhon Cley e que foi atacante na categoria de base do Gama em 1986 confessa que "me sinto muito realizado por ver o meu filho seguindo a profissão de jogador, coisa que eu tentei mas não consegui".

   

China com seu filho Jhon Cley

ao fundo o Prof. Valtemir Soares ministra aula aos alunos da EF 50 Leste

Anote aí na sua agenda: este moleque ainda vai dar muiita alegria para a torcida do Vascão.  

 

 

Torixoréu também tem gamense

Tião Caipora é o embaixador do Gama em Torixoréu

 

 Tião, mora em uma pequena cidade no interior de Matogrosso chamada TORIXORÉU, que no dialeto bororó significa "pedra preta". De sua casa até o Estádio Bezerão há uma distáncia de 685 km (passando via Engenho das Lages- Ponte Alta para encurtar a distância).

 

    

                                                torcedor em todo lugar e a toda hora

 

A paixão de Tião pela a cidade do Gama, começou no inicio dos anos 70, pouco antes do time existir ou seja mais precisamente em Novembro de 1975, quando ainda a cidade era dividida em dois bairros: Itamaracá e Gaminha. Lembra ele que esses eram os itinerário dos coletivos via Eixo.  Naquela época tudo era diferente: tinha muitas pessoas e poucos carros, enquanto que hoje tudo é em grande quantidade. CARRO, GENTE E TUDO MAIS.

   

                                                   vai faltar varal para tantas camisas

 

Ele também viu nascer o time em 15 de Novembro de 1975 e crescer em forma como se fosse fermentada a sua torcida. Diz Tião "sei o quanto é importante para mim ser torcedor de um time que em minha cidade sou o único e com muito orgulho tenho uma coleção quase completa das camisas do Gama.

    

                                                       orgulho de ser gamense

 

Seu irmão, não menos fanático e colunista do Blogama, Remy envia as notícias e camisas para Mato-Grosso para manter sempre acessa a paixão alviverde. Em sua coleção tem recortes de jornais, revistas Gamagol  que saiam antigamente, chaveiros, toalhas, adesivos colados no meu jeep e na geladeira.

                           

                                                duas grandes paixões: o jeep e o time do Gama

A questão do chaveiro é interessante, sempre tem um critico que o provoca "Cadê o seu Gama?" E como nem sempre ele está com uma camiseta, adotou carregar o chaveiro para assim que alguém lher fizer a tal pergunta inglória ele ter a resposta na palma da mão, coisa que nem sempre todo torcedor tem.

            

                                      olha o Tião aí garantindo seu ingresso para torcer para o Gamão

Marcos Júnior do Fluminense revela "Como nasci no Gama, sou torcedor do Gama".

No Rio de Janeiro desde os 13 anos, Marcos Júnior não esquece suas origens

  

Jovem revelação do Fluminense, em entrevista ao Jornal de Brasília publicada no último domingo, disse que foi morar na cidade do Rio de Janeiro aos 13 anos e de lá para cá só coisas boas aconteceram. Participou da Taça São Paulo deste ano e se destacou, de lá foi chamado para integrar a equipe profissional e não decepcionou, fez um gol na semifinal da Taça Luís Penido logo na primeira finalização. Abusado, o garoto entrou em  para jogar na Taça Libertadores e não se intimidou com o Estádio Bombonera contra o Boca Juniors e quase empatou para o pó-de-arroz.

 

Quando perguntado se tem acompanhado o futebol do DF, Marcos Júnior afirmou, ao repórter Petronilo Oliveira, que saiu do DF ao 13 anos de idade e foi para o Fluminense e que "Como nasci no Gama e sou torcedor do Gama, acompanho um pouco. Sei de um moleque chamado Kelvin que se destacou no campeonato de Brasília, Mas também sei que a coisa não está nada boa por aí".

 

O Gama está com uma leva muito grande de meninos jogando fora do DF e enquanto muitos esquecem suas origens, Marcos Júnior aproveita para ressaltar o lugar onde nasceu, por isso, não temos dúvida que ele vai ter muito sucesso na carreira. Boa sorte moleque.

                            

                                            atualmente Marcos Júnior faz a alegria do Fluzão
                                                                  Foto: Reprodução

 

A Embaixada do Gama em Belo Horizonte

Junio Augusto fez de seu apartamento em BH a Embaixada da Sociedade Esportiva do Gama  

  

Na última segunda-feira fomos recebidos por um mineiro com um fone no ouvido, no aeroporto de BH, quando perguntamos se ele estava ouvindo algum progama local, ele nos respondeu que estava ouvindo o programa da Radio Comunidade apresentado por Luiz Maurício para saber notícias sobre a Sociedade Esportiva do Gama.

 

A partir dali já percebemos que Junio Augusto não era simplesmente um simpatizante do time do Gama e tínhamos que realmente irmos à sua residência pagar uma promessa antiga de conhecer a Embaixada do Gama.

 

Quem é o embaixador

Junio Augusto veio morar em Brasília a trabalho no final de 1998. Em 1999, ele entrou para a Torcida Organizada Inferno Verde, no ano seguinte já era diretor da torcida.

Entre os anos de 2000 a 2003 realizou várias viagens, muitas delas sozinho, para Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (Copa Centro Oeste), São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (Campeonato Brasileiro).

                          

                                            Junio Augusto na final do Candangão de 2011

Criador de frase

 

Em 2001 criou a frase "NO CORAÇÃO DO BRASIL EXISTE UM GRANDE AMOR" que foi estampada em várias camisas e adesivos. 

 

o torcedor solitário

Em 2002, foi conhecido como o Torcedor Solitário por que foi o único torcedor do Gama no Estádio Asa Delta, em Primavera do Leste/MT, na partida em que a equipe gamense goleou o Juventude por 6 a 1 (19/1/2002). O fato virou matéria da Rede Globo no DF TV e no Globo Esporte. 

 

                                                               coragem à toda prova

Mudança da grafia no escudo

Depois de tanto viajarem e serem confundidos com torcedores de outros times, Junio Augusto e outros torcedores resolveram escrever GAMA, ao invés de SEG, no escudo estampado na faixa e estrearam a novidade em São Januário na derrota de 1 a 0 para o bacalhau, dia 21 de outubro de 2000. Naquele mesmo ano o clube alterou a grafia no escudo oficial.   

 

volta para Belo Horizonte

No dia 1º de agosto de 2004 foi assistir a partida Palmas 1 x 2 Gama, primeiro jogo pela 3ª Divisão do Brasileirão. Foi preciso que o jogador Rodriguinho viesse pedir para que Junio Augusto e Ricardo parassem de jogar pedra no bandeirinha, pois eles achavam que o auxiliar estava dando marcando muitos impedimentos. Coincidência ou não o bandeirinha parou de errar contra o Gama.

Após esse jogo Junio Augusto teve que voltar a residir em BH.

 

participação ativa

Quem pensa que depois daí, a empolgação acabou e Junio Augusto passou a torcer para algum time mineiro se enganou. Em 2009, ele entrou para a Torcida Organizada Ira Jovem e não perde um programa que fala sobre o Gama:  Blogama, Esporte Candango, Tribuna do Esporte e Radio Comunidade FM . Então galera da imprensa, não esqueça de mandar um abraço para o pessoal de Belo Horizonte. 

    

                                                   a faixa da Ira Jovem Belo Horizonte na arquibancada sul

indica Junio Augusto está no Bezerrão 

 

família que torce unida permanece unida

Conheceu em BH, Patrícia com quem se casou e hoje sua esposa usa o verde do Gama e sempre que possível o acompanha aos jogos. Mas o que Junio Augusto não esperava era que a surpresa da festa do casamento era o bisqui representando-o com a camisa do Gama.

Até a filhinha Gabrielle já sabe o que o Gama (ama como fala ela) significa para o pai e já o espera do trabalho com o bonequinho em mãos.

  

                 

                                                        ao fundo Patrícia e Junio Augusto

a Embaixada da Sociedade Esportiva do Gama

Em seu apartamento no Bairro de Ouro Preto em Belo Horizonte, Junio Augusto reservou um quarto para guardar seu acervo sobre o Gama, chaveiros, fotos, ingressos, bandeira, camisas oficiais e das torcidas organizadas, bonecos, shorts e etc.

 

                                                    Gabrielle indicando o escudo do Gama

Lá no cômodo é onde a família hospeda alguns torcedores amigos que estão de passagem para assistir jogos em cidades próximas.

                                                 álbum com fotos das viagens...

 

                                                                     ...e do ingressos.

 

    

e olha só quem achamos:o técnico Gabriel Magalhães quando

era integrante da Inferno Verde

A equipe do Memorial Gamense agradece aqui o embaixador do Gama Junio Augusto e a embaixatriz Patrícia pela a recepção e parabéns pela linda filha Gabrielle.  

Nota da diretoria da Sociedade Esportiva do Gama ao torcedor Junio Augusto:

"Em nome da Diretoria da SEG, quero externar os sinceros parabéns a este Gamense de coração.

A cada dia, quando deparamos com essas paixões pelo mais querido do Centro-Oeste, nos vários rincões deste País, só nos dá força para continuar o projeto rumo à primeira divisão do Brasileiro.

Continue assim e contamos contigo".

Miguel Peres - Vice-presidente da Sociedade Esportiva do Gama

Gama - DF, em 11 de abril de 2012.

Poços de Caldas tem um gamense histórico.

Você teria coragem de penhorar sua própria casa pelo Gamão? Márcio Rodrigues teve

 Poços de Caldas é uma cidade turística com um padrão de vida europeu. Há 85 milhões de anos atrás existia um vulcão responsável por formar suas rochas e fonte de água com poderes terapêuticos. É nesse paraíso turístico que hoje vive Márcio Rodrigues.

Márcio Rodrigues com a bandeira do time que quase lhe retirou a própria casa

(ao fundo a bela sede da A. A Caldense)

Para quem não teve oportunidade de conhecê-lo Márcio Rodrigues foi empresário pioneiro na cidade do Gama que desde os anos 70 já fabricava embalagens PET no Setor Industrial. Era também um líder entre a classe industrial e, quando Valmir Campelo convocou a classe empresarial para ajudar o time de futebol que acabara de ser criado em 1976, Márcio Rodrigues não pestanejou e mergulhou naquela epopeia esportiva.

Logo assumiu uma das diretorias da Sociedade Esportiva do Gama e muitas das contratações do Escrete 79 passaram pela chancela dele, coube também a esse abnegado buscar a empresa responsável pelo Gamão Milionário para promover a venda de títulos da antiga sede e proporcionar o pagamento dos salários dos jogadores.

Mas sua demonstração de amor ao Gama ficou patenteada quando o time marcou um amistoso contra o Atlético Mineiro, no dia 15/06/1980. Os dirigentes do Galo exigiram uma garantia de que os gamenses poderiam bancar com as despesas e Márcio Rodrigues ofereceu sua própria casa como garantia.

O jogo não poderia ser pior: Gama 0 x 5 Atlético Mineiro. Como os mineiros tinham perdido a decisão do Campeonato Brasileiro duas semanas antes, somente 3.276 torcedores foram prestigiar a partida e a arrecadação mal cobriu as despesas de hotel dos visitantes.

Começava um martírio pessoal na vida de Márcio Rodrigues, pois sua casa localizada próxima à Igreja São Sebastião, um dos únicos sobrados da cidade na época, iria ser vendida para honrar a dívida da Sociedade Esportiva do Gama.

A salvação veio no ano seguinte com a venda dos ídolos Fantato e Robertinho e com o resgate das notas promissórias junto ao time mineiro. Nesse mesmo ano Márcio Rodrigues mudou-se para Campinas onde ficou como intermediário do Gama com o Guarani/SP, tendo levado Péricles, Roldão, Júnior, Vicente, e outros jogadores para tentarem a sorte no interior de São Paulo.

Anos depois Márcio Rodrigues se mudou para Poços de Caldas onde tem sua empresa de venda de pneus e desfruta da qualidade de vida oferecida por aquela cidade com águas sulfurosas.

                                  entrevista exclusiva de Márcio Rodrigues em Poços de Caldas/MG

Gamense no Monumental Del Nunes

 

Leandro Gomes nem sabe quando comerçou a torcer pelo Gamão, talvez tenha sido ao mesmo tempo quando começou a engatinhar. Por influência do seu pai começou a frequentar o Estádio Bezerrão.

Foi também aluno da tradicional Escolinha do Jaime dos Santos, de onde já vieram vários craques para o alviverde. Como era prática na época, os meninos da base se alegravam em jogar no intervalo dos jogos e Leandro estava lá tentando mostrar todo seu futebol em menos de 15 minutos para uma plateia exigente.

Em janeiro deste ano, Leandro Gomes voltou à capital da Argentina para visitar o campo do River Plate acompanhado de sua esposa Daniela, sobrinha do Sr. Alfafa (clique e reveja a matéria aqui).Agora é hora de  mostrar as fotos do passeio do casal:

Leandro na entrada principal do Estádio Del Nunes

no interior do Del Nunes com a camisa do mais amado do DF

Leandro e Daniela curtindo o passeio na terra do tango

 

Em Assunção/PAR e Foz do Iguaçu/PR

Paulo Henrique morou até os 8 anos no Gama quando sua família se mudou para Vicente Pires. Vem em sua mente recordações aos 10 anos quando assistiu o time mais tradicional do DF ser campeão pela última vez.

Nos ombros do pai invadiu o gramado do Bezerrão para ficar mais perto dos heróis alviverdes na final em 2003. O menino cresceu e junto com ele a paixão também, veja Paulo Henrique visitando os hermanos paraguaios e as cachoeiras de Foz do Iguaçu.

em Assunção com a família

 

ajudando a preservar o Verde em Foz de Iguaçu

Tour pelo nordeste

Que as praias do nordeste são lindas, disto ninguém duvida. Curtir esses cenários exuberantes com a camisa do Gamão é o que o torcedor Elielson Queiroz não abre mão. A dúvida é saber qual camisa de sua coleção combina mais com a paisagem. Para não perder muito tempo na seleção ele leva consigo várias dentro da mala. Confira:

Tambaú/RN

João Pessoa/PB

Maceió/AL

Natal/RN

Porto Seguro/BA

 

em Porto Seguro/BA com a mulher Sâmara

Quem quiser participar desta coluna é só enviar foto em qualquer lugar fora de Brasília com a camisa ou bandeira do Gama. Demonstre sua paixão pelo Gamão mundo afora.

 

Gamenses em Anápolis/GO.

 

Thiago Matheus em Anápolis/GO

Anápolis é logo ali perto, mas sempre há um espaço para demonstrar seu amor pelo Gama.

Além de ser jogador da base do Gama, Thiago Mateus sempre que pode acompanha o Gamão e a estreia do alviverde na Série D de 2011 ele não poderia perder.

Como chegou bem antes do início da partida, deu uma passadinha no shopping para fazer um breve lanche e ver as novidades. Por último demarcou o terreno. Aí está a bandeira do Gama exposta em um dos pontos turísticos da cidade de Anápolis.

Anápolis é logo ali perto, mas sempre há um espaço para demonstrar seu amor pelo Gama.

Além de ser jogador da base do Gama, Thiago Mateus sempre que pode acompanha o Gamão e a estreia do alviverde na Série D de 2011 ele não poderia perder.

Como chegou bem antes do início da partida, deu uma passadinha no shopping para fazer um breve lanche e ver as novidades. Por último demarcou o terreno. Aí está a bandeira do Gama exposta em um dos pontos turísticos da cidade de Anápolis.

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